segunda-feira, 8 de junho de 2020

a comida, em todas as suas etapas, como metáfora: sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-sonho, cultivo, preparo, degustação, assimilação-




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começo de história



Em O homem e o cavalo, de 1934, pela boca do personagem-cineasta Eisenstein, (Oswald de Andrade) julgou ter dado cabo da magia; durante o processo de auto-desestalinização — mais um auto-da-fé purificador de que foi pródiga a sua existência — a ela retornou, sob a denominação de "sentimento órfico", que acabou por identificar não tanto com o absurdo existencial, mas com o último reduto-núcleo insolúvel, inexplicável, intransferível, introduzível, irracional, do homem. Fiel a si mesmo, porém, ainda empreendeu uma última cavalgada quixotesca, apontando, com a lança trêmula, para uma constelação de utopias.

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